“ELEIÇÕES DO MAL DIZER”
Eleições do mal dizer
Cinco contra o Presidente
Tudo se veio a resolver,
No Homem mais competente!
Alegre, entristecido,
Agressivo e maldizente…
Em dois partidos, partido…
Fingia-se independente!
Sem se saber defender,
O Defensor indecente!
Veio de Viana dizer
Mal, do mais experiente!
O Lopes também se atola…
O Nobre não tem trambelho!
Apenas sai da cartola
Na Madeira um Coelho!
Assim se parte a corrente…
Sempre p´lo elo mais fraco
Para nosso Presidente,
Ficamos com o Cavaco!
25-01-2011, João da Palma
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
“ALEGRE, QUE NÃO CONTENTA”
“ALEGRE, QUE NÃO CONTENTA”
Alegre, que andas triste
Na ambição da conquista…
Sabemos que não existe
Em ti, rima p’ra estadista!
Vai fazendo poesia
Com métrica enviesada…
Até que vejas, que um dia
Apenas rimas com nada!
Podes ir poetizando
Com este povo a pataco…
Porque hoje, já vai rimando
Presidente com Cavaco!
Precisamos de uma rima
Que verseje com verdade
Levar Portugal p’ra cima
Num poema Liberdade!
Falas bem, mas não me alegras
Palavras, leva-as o vento
Já basta, de horas negras…
Já chega, de sofrimento!
13-12-10, João da Palma
Alegre, que andas triste
Na ambição da conquista…
Sabemos que não existe
Em ti, rima p’ra estadista!
Vai fazendo poesia
Com métrica enviesada…
Até que vejas, que um dia
Apenas rimas com nada!
Podes ir poetizando
Com este povo a pataco…
Porque hoje, já vai rimando
Presidente com Cavaco!
Precisamos de uma rima
Que verseje com verdade
Levar Portugal p’ra cima
Num poema Liberdade!
Falas bem, mas não me alegras
Palavras, leva-as o vento
Já basta, de horas negras…
Já chega, de sofrimento!
13-12-10, João da Palma
domingo, 19 de dezembro de 2010
“CAFÉ C/ LEITE SEMPRE”
“CAFÉ C/ LEITE SEMPRE”
(Leia os livros de Hotelaria
De M. Mendes Leite Júnior)
Meia de leite, o que é isto,
Que ouço ultimamente?
Onde está este registo,
Que é dito por toda a gente?
Alguém disse de boa fé…
Quanto ao líquido que se deite,
Numa chávena, o café,
E depois, encher com leite!
Da meia, é caturrice…
Nem tem cabimento algum
E além de ser burrice,
Não faz sentido nenhum.
O que resta desta meia,
Que se encha, que se ajeite…
É preferível ser cheia,
Cheia de café com leite!
Não é meia nem é cheia,
Nem é nome que se aceite
P’ra se sair desta teia…
É “Chávena de Café com Leite!”
09-11-10, João da Palma
(Leia os livros de Hotelaria
De M. Mendes Leite Júnior)
Meia de leite, o que é isto,
Que ouço ultimamente?
Onde está este registo,
Que é dito por toda a gente?
Alguém disse de boa fé…
Quanto ao líquido que se deite,
Numa chávena, o café,
E depois, encher com leite!
Da meia, é caturrice…
Nem tem cabimento algum
E além de ser burrice,
Não faz sentido nenhum.
O que resta desta meia,
Que se encha, que se ajeite…
É preferível ser cheia,
Cheia de café com leite!
Não é meia nem é cheia,
Nem é nome que se aceite
P’ra se sair desta teia…
É “Chávena de Café com Leite!”
09-11-10, João da Palma
BOAS FESTAS
BOAS FESTAS
São p’ra ti os meus versos de Natal
Boas Festas, um ano dia a dia
Que seja uma festa Universal
Plena de paz, amor e alegria
E assim neste meu gesto natural
Meus votos vão p’ra ti, sem fantasia
Como água cristalina, eu bebo igual…
Na sede afectuosa em harmonia!
Será p’ros meus amigos e extensivo
A toda a paz na Terra, que diviso
Um mundo mais fraterno e social!
Se espalhe este soneto e a mensagem
Ao mundo, para a mais terna viragem
Desejo a todos vós; Um Bom Natal!
2010,João da Palma
São p’ra ti os meus versos de Natal
Boas Festas, um ano dia a dia
Que seja uma festa Universal
Plena de paz, amor e alegria
E assim neste meu gesto natural
Meus votos vão p’ra ti, sem fantasia
Como água cristalina, eu bebo igual…
Na sede afectuosa em harmonia!
Será p’ros meus amigos e extensivo
A toda a paz na Terra, que diviso
Um mundo mais fraterno e social!
Se espalhe este soneto e a mensagem
Ao mundo, para a mais terna viragem
Desejo a todos vós; Um Bom Natal!
2010,João da Palma
domingo, 21 de novembro de 2010
“OS TRILHOS DESTA ESTRADA”
“OS TRILHOS DESTA ESTRADA”
Quem me havia a mim dizer,
Nesta longa caminhada…
Sentir que me vou perder,
Pelos trilhos desta Estrada!
Depois de ter percorrido
Seca e Meca, e Alguidares
De Baixo, e outros lugares
Estou agora convencido
Que tudo só faz sentido
Depois de se conhecer
Bati na vida a doer…
Com todas as posses minhas,
Ter de sofrer as estopinhas…
Quem me havia a mim dizer.
Já conheci tanta gente
Sempre pela vida fora
Deparo com mais, agora
Neste mundo diferente
Vejo frequentemente
Uma manhosa escalada
Por não ser facilitada
Numa selva arrepiante…
Serei mais um caminhante
Nesta longa caminhada…
Caminhei devagarinho
Eu nunca fui apressado…
E tive sempre o cuidado
Não me enganar no caminho
Acompanhado ou sozinho,
Vou indo como Deus quer
Faço por me esquecer
Das verdades do passado,
Ainda fico assustado
Sentir que me vou perder.
No meio deste labirinto…
Não posso dar firmes passos
Com entraves e embaraços,
Por vezes até pressinto
Que me perco, se não finto…
Toda esta trapalhada…
Metido nesta embrulhada
Luto, não ganho a batalha…
Metido com a canalha…
Pelos trilhos desta Estrada
Se ainda não me perdi,
Para meu maior castigo,
Com o que no mundo vi,
Já nem me encontro comigo!
21-11-10, João da Palma
Quem me havia a mim dizer,
Nesta longa caminhada…
Sentir que me vou perder,
Pelos trilhos desta Estrada!
Depois de ter percorrido
Seca e Meca, e Alguidares
De Baixo, e outros lugares
Estou agora convencido
Que tudo só faz sentido
Depois de se conhecer
Bati na vida a doer…
Com todas as posses minhas,
Ter de sofrer as estopinhas…
Quem me havia a mim dizer.
Já conheci tanta gente
Sempre pela vida fora
Deparo com mais, agora
Neste mundo diferente
Vejo frequentemente
Uma manhosa escalada
Por não ser facilitada
Numa selva arrepiante…
Serei mais um caminhante
Nesta longa caminhada…
Caminhei devagarinho
Eu nunca fui apressado…
E tive sempre o cuidado
Não me enganar no caminho
Acompanhado ou sozinho,
Vou indo como Deus quer
Faço por me esquecer
Das verdades do passado,
Ainda fico assustado
Sentir que me vou perder.
No meio deste labirinto…
Não posso dar firmes passos
Com entraves e embaraços,
Por vezes até pressinto
Que me perco, se não finto…
Toda esta trapalhada…
Metido nesta embrulhada
Luto, não ganho a batalha…
Metido com a canalha…
Pelos trilhos desta Estrada
Se ainda não me perdi,
Para meu maior castigo,
Com o que no mundo vi,
Já nem me encontro comigo!
21-11-10, João da Palma
terça-feira, 9 de novembro de 2010
“CAFÉ C/ LEITE SEMPRE”
“CAFÉ C/ LEITE SEMPRE”
(Leia os livros de Hotelaria
De M. Mendes Leite Júnior)
Meia de leite, o que é isto,
Que ouço ultimamente?
Onde está este registo,
Que é dito por toda a gente?
Alguém disse de boa fé…
Quanto ao líquido que se deite,
Numa chávena, o café,
E depois, encher com leite!
Da meia, é caturrice…
Nem tem cabimento algum
E além de ser burrice,
Não faz sentido nenhum.
O que resta desta meia,
Que se encha, que se ajeite…
É preferível ser cheia,
Cheia de café com leite!
Não é meia nem é cheia,
Nem é nome que se aceite
P’ra se sair desta teia…
É “Chávena de Café com Leite!”
09-11-10, João da Palma
(Leia os livros de Hotelaria
De M. Mendes Leite Júnior)
Meia de leite, o que é isto,
Que ouço ultimamente?
Onde está este registo,
Que é dito por toda a gente?
Alguém disse de boa fé…
Quanto ao líquido que se deite,
Numa chávena, o café,
E depois, encher com leite!
Da meia, é caturrice…
Nem tem cabimento algum
E além de ser burrice,
Não faz sentido nenhum.
O que resta desta meia,
Que se encha, que se ajeite…
É preferível ser cheia,
Cheia de café com leite!
Não é meia nem é cheia,
Nem é nome que se aceite
P’ra se sair desta teia…
É “Chávena de Café com Leite!”
09-11-10, João da Palma
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