quarta-feira, 30 de setembro de 2009
A PALAVRA SAUDADE
A PALAVRA SAUDADE
Mote:
A palavra saudade
Um sentimento profundo
È a sétima dificuldade
Das dez difíceis do mundo.
Glosas:
A palavra saudade
Da alma, a nostalgia…
È velhice e mocidade,
È choro e alegria!...
Uma dor que mal se sente,
Um sentimento profundo,
Uma queixa permanente,
Uma cura num segundo!...
È uma diversidade…
Embora não sensual…
È a sétima dificuldade
No meu país, Portugal!...
È imbróglio, e apática
Cai no coração, tão fundo
A palavra enigmática…
Das dez difíceis do mundo!...
28-09-09, João da Palma
Mote:
A palavra saudade
Um sentimento profundo
È a sétima dificuldade
Das dez difíceis do mundo.
Glosas:
A palavra saudade
Da alma, a nostalgia…
È velhice e mocidade,
È choro e alegria!...
Uma dor que mal se sente,
Um sentimento profundo,
Uma queixa permanente,
Uma cura num segundo!...
È uma diversidade…
Embora não sensual…
È a sétima dificuldade
No meu país, Portugal!...
È imbróglio, e apática
Cai no coração, tão fundo
A palavra enigmática…
Das dez difíceis do mundo!...
28-09-09, João da Palma
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
USO A PALAVRA
USO A PALAVRA
Comecei a fazer versos
Com as palavras do povo
P’ra responder aos perversos,
Faço sempre um verso novo!
Se me espicaçam a veia,
Nunca me sinto aflito
Tenho sempre uma mão cheia…
Para qualquer erudito
Uso as palavras dos Montes,
Das Aldeias, das Cidades
E vou beber nessas fontes…
Os vocábulos das verdades!
E na minha Academia
Da vida, d’onde advém…
Faço a minha poesia
Sem copiar por alguém!
Esteja eu bem ou mal disposto,
Não me importo com ninguém
Faço os poemas que gosto
E onde podem ficar bem!...
13-04-09, João da Palma
Comecei a fazer versos
Com as palavras do povo
P’ra responder aos perversos,
Faço sempre um verso novo!
Se me espicaçam a veia,
Nunca me sinto aflito
Tenho sempre uma mão cheia…
Para qualquer erudito
Uso as palavras dos Montes,
Das Aldeias, das Cidades
E vou beber nessas fontes…
Os vocábulos das verdades!
E na minha Academia
Da vida, d’onde advém…
Faço a minha poesia
Sem copiar por alguém!
Esteja eu bem ou mal disposto,
Não me importo com ninguém
Faço os poemas que gosto
E onde podem ficar bem!...
13-04-09, João da Palma
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
SÓ ME FALTAVA VER AGORA!
SÓ ME FALTAVA VER AGORA!
(brejeirice)
Dançar fandango... um safio
Cantar fados... um macaco
A lua... a fumar tabaco
E o sol... a carpir de frio!
Um canguru... a dar pinos
Uma lesma... a cem à hora
Um burro... erudito agora
E o doutor... a pastar suínos!
Um ensino... que deteriora
A insolente estudantada...
Volta e meia, a dar porrada
À humilde professora!
E que devo dizer
Do jovem despenteado
De gadelha amaricado
E de brincos, como a mulher?!
Dola e podre sociedade
Onde já ninguém se entende...
Pois o homem, não compreende
O caminho da verdade!...
30/05/09, João da Palma
(brejeirice)
Dançar fandango... um safio
Cantar fados... um macaco
A lua... a fumar tabaco
E o sol... a carpir de frio!
Um canguru... a dar pinos
Uma lesma... a cem à hora
Um burro... erudito agora
E o doutor... a pastar suínos!
Um ensino... que deteriora
A insolente estudantada...
Volta e meia, a dar porrada
À humilde professora!
E que devo dizer
Do jovem despenteado
De gadelha amaricado
E de brincos, como a mulher?!
Dola e podre sociedade
Onde já ninguém se entende...
Pois o homem, não compreende
O caminho da verdade!...
30/05/09, João da Palma
FUTEBOL E PROFISSÕES
FUTEBOL E PROFISSÕES
Quem tiver habilidade
Na bola, e oportunidade
Nos dribles, e engenhoso,
Não precisa saber ler,
Falar bem e escrever…
Para ser rico e famoso!
Vejam um trabalhador
Da terra ou pescador
E noutras áreas palpáveis…
Que trabalham toda a vida
Chapa ganha e batida…
E, reformas miseráveis
Olhem para o estudante
Que quer ser mais importante
Do que quem lhe abriu as fontes…
O jogador como é…
Basta dar um pontapé…
Saltam-lhe notas aos montes!
Não colhemos do relvado
Legumes, pão e pescado
Nem calçado ou vestuário
Mas quem produz a riqueza,
Vive sempre na pobreza
É o eterno operário!...
07-08-09, João da Palma
Quem tiver habilidade
Na bola, e oportunidade
Nos dribles, e engenhoso,
Não precisa saber ler,
Falar bem e escrever…
Para ser rico e famoso!
Vejam um trabalhador
Da terra ou pescador
E noutras áreas palpáveis…
Que trabalham toda a vida
Chapa ganha e batida…
E, reformas miseráveis
Olhem para o estudante
Que quer ser mais importante
Do que quem lhe abriu as fontes…
O jogador como é…
Basta dar um pontapé…
Saltam-lhe notas aos montes!
Não colhemos do relvado
Legumes, pão e pescado
Nem calçado ou vestuário
Mas quem produz a riqueza,
Vive sempre na pobreza
É o eterno operário!...
07-08-09, João da Palma
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
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