domingo, 13 de outubro de 2013

"AMIZADE -4"


“AMIZADE-4”


Mote:
Ao lado da Amizade
Deve estar a confiança!
Fugindo da Tempestade
E almejando a Bonança!


Glosas:
Ao lado da Amizade
Está sempre o condimento
Que tempera a qualidade
Levedado em bom fermento!


Para lhe dar mais sabor…
Deve estar a confiança!
Às vezes rumo ao Amor
Outras, apenas Esperança!


A condição de quem há-de
Ter sempre mais um Amigo
Fugindo da Tempestade
Procurando mais abrigo!


Nesta bola colorida,
O mundo pula e avança
Dando mais sentido vida
E almejando a Bonança!



03-12-2011, João da Palma

AMIZADE - 3


“AMIZADE-3”


Amizade, é falar-te e dar-te a mão
Num dócil sentimento e qualidade
Constrói-se e se cimenta a Amizade
Num doce partilhar em comunhão!


Um misto confiar sem negação…
Palmilhando o caminho da verdade
Alentar anseios com humildade
Abrindo a confiança ao coração!


É dizer sim ou não, para o melhor
Roçando as qualidades do amor!
Sublime concordância permanente!


Bálsamo refrescante e liberto…
Sentido à distância, muito perto…
Amizade, é amarmos livremente!


22-11-2011, João da Palma


AMIZADE - 2


AMIZADE-2


É preciso a Amizade
Como do pão para a boca
Neste mundo em falsidade
Onde ela…já é tão pouca!


Vamos lutar com fervor
Com um sentido profundo
Em direcção ao amor
E à paz em todo o mundo!


Passemos o testemunho
E vamos fazer história!
Levantando o nosso punho…
Mostrando um V de vitória!


Já não há tempo a perder
Vamos dar a volta a isto…
Fazendo o amor valer…
Como ensinou Jesus Cristo.


Anda! Caminha comigo
Não deixes para depois…
É tão bom ter um amigo,
Contigo, já somos dois!



11-11-2011, João da Palma

AMIZADE - 1


AMIZADE-1


A amizade é tão rica,
Até se vê no Desporto
É como ser do Benfica
E ter amigos no Porto!


É dizer sim e dizer não
Lusitano a toda a hora
É viver em Portimão
E conviver com Amora!


Amizade é sentimento
De elevado valor!
Não se obriga, é isento…
Ao contrário do amor!


Bom amigo é como pão
Na mesa da amizade
É faca e queijo na mão
Para cortar à vontade!


Uma amizade sincera
É o coração cantando…
E, como na Primavera,
Andorinhas esvoaçando!



                24-03-2011, João da Palma

ALVA MADRUGADA (Festa Convívio/Quinta do Lago/Dr. Daud)


ALVA MADRUGADA!
(Festa convívio na quinta do lago,
Organizada pelo Dr. Daud)

Foi com o coração, o que fizeste,
Neste teu gesto franco e sublimado
Debaixo de um sorriso nos disseste…
Nessa oferta amistosa, tal agrado!
Por todo o carinho que nos deste
Em nome da Criança, exaltado!
E nessa elevação reconhecida
Roçaste a perfeição que é envolvida!


Com nossos corações, te respondemos
Com estas Criancinhas teres vivido
Com elas e a NECI te agradecemos
O dia aqui assim, tão divertido…
Tais sinais de Esperança, elevemos
Para um amanhã mais prometido…
Mostraste um novo dia e seu calor!
Na alva madrugada do amor!


Foi com o coração que nos chamaste
A mais outra Festinha da Criança…
Vieste dar-lhe a mão e acarinhaste
Com um sopro de alento e confiança
Que mais posso dizer se já legaste…
O mais sublime acto da Esperança?
Por tudo que lhes dais com teu primado,
A si, meu Caro Daud, muito obrigado!



07-05-2011, João da Palma

ALGARVE E ALENTEJO (Dedicatória ao meu amigo José Matias)


ALGARVE E ALENTEJO
(Dedicatória ao meu amigo José Matias)


Vais para Ponte de Sor
Faça frio, faça calor
Satisfazes o teu desejo
Tens lá o filho, tens razão!
Agradas o coração
E abraças o Alentejo!


Já viveste em Portimão
Dado à tua profissão,
No Golfe Hotel da Penina
Casaste, estás em Lagoa
Também viveste em Lisboa
A cumprir a tua sina!


Partilhas Ponte de Sor
Dedicas-te com amor
Ao povo Alentejano!
Não te vais arrepender
Porque sabes conviver
E és livre e soberano!


Até te vais divertindo
Quilómetros conduzindo
Rumo aos teus, sejam felizes!
Vê lá! Não sejas “alarve”
Não desprezes o Algarve,
Onde tens tuas raízes!



06-05-2011, João da Palma

ALENTEJO


ALENTEJO

                               (cantando e rindo)

Alentejo ideia minha,
Foste o celeiro da Nação!
Hoje compras a farinha
Com que fabricas o pão!


Não vejo aí as cearas
O que se passa contigo?
Só ostentas ervas raras,
Em vez de cevada e trigo!


Gostarei sempre de ti
Mas vais perdendo valores!
Como eu um dia te vi,
Agora, só há Doutores?


Ao dizer estas verdades
E não são ditas em vão!
Se calhar, tu já não sabes
Do que é que se faz o pão!


E agora muitos daí
Apenas vão consumindo!
À rasca, te conheci,
Mesmo assim, cantando e rindo!



                      18-03-2011, João da Palma