SEMPRE À RASCA
À rasca é estar encalhado…
Naqueles anos quarenta
Se andas agora enrascado,
Olha; como eu, aguenta!
Mais que setenta, passados
Acham que isto se consinta?
Vinham tantos enrascados
Ind’antes dos anos trinta!
Com foice, sacho e enxada
E de pá e picareta
Como não tinham mais nada
Passavam dias sem “cheta”
Não se podia falar
Por causa daquela “ceita”
Era comer e calar!
A PIDE estava à espreita.
Agora saem da casca…
Já há liberdade, malta…
Embora estejam à rasca,
Parece que nada falta!
12-05-2011, João da Palma
quinta-feira, 12 de maio de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
DIA MUNDIAL DA VOZ
DIA MUNDIAL DA VOZ
11/04/2011
Dia Mundial da voz
É hoje para todos nós
Cada vez mais infeliz,
Com um Sócrates a gritar,
A uns “Passos” a estoirar…
Com o resto do País!
Se não se pomos a pau…
O caso, está mesmo mau
E isto a mais, já passa!
Há que evitar estes “Passos”
E não cruzarmos os braços
A quem nos leva à desgraça!
Temos que ir todos aos gritos
Porque estamos aflitos
Sofrendo nesta Nação
Que nos rouba e castiga
E ainda nos obriga
A ficar sem um tostão!
Neste dia Mundial
Da Voz, e em Portugal
Vamos gritar exigente
PS, não queremos mais
PSD, são iguais…
Que venham Independentes!
11-04-2011, João da Palma
11/04/2011
Dia Mundial da voz
É hoje para todos nós
Cada vez mais infeliz,
Com um Sócrates a gritar,
A uns “Passos” a estoirar…
Com o resto do País!
Se não se pomos a pau…
O caso, está mesmo mau
E isto a mais, já passa!
Há que evitar estes “Passos”
E não cruzarmos os braços
A quem nos leva à desgraça!
Temos que ir todos aos gritos
Porque estamos aflitos
Sofrendo nesta Nação
Que nos rouba e castiga
E ainda nos obriga
A ficar sem um tostão!
Neste dia Mundial
Da Voz, e em Portugal
Vamos gritar exigente
PS, não queremos mais
PSD, são iguais…
Que venham Independentes!
11-04-2011, João da Palma
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
“ELEIÇÕES DO MAL DIZER”
“ELEIÇÕES DO MAL DIZER”
Eleições do mal dizer
Cinco contra o Presidente
Tudo se veio a resolver,
No Homem mais competente!
Alegre, entristecido,
Agressivo e maldizente…
Em dois partidos, partido…
Fingia-se independente!
Sem se saber defender,
O Defensor indecente!
Veio de Viana dizer
Mal, do mais experiente!
O Lopes também se atola…
O Nobre não tem trambelho!
Apenas sai da cartola
Na Madeira um Coelho!
Assim se parte a corrente…
Sempre p´lo elo mais fraco
Para nosso Presidente,
Ficamos com o Cavaco!
25-01-2011, João da Palma
Eleições do mal dizer
Cinco contra o Presidente
Tudo se veio a resolver,
No Homem mais competente!
Alegre, entristecido,
Agressivo e maldizente…
Em dois partidos, partido…
Fingia-se independente!
Sem se saber defender,
O Defensor indecente!
Veio de Viana dizer
Mal, do mais experiente!
O Lopes também se atola…
O Nobre não tem trambelho!
Apenas sai da cartola
Na Madeira um Coelho!
Assim se parte a corrente…
Sempre p´lo elo mais fraco
Para nosso Presidente,
Ficamos com o Cavaco!
25-01-2011, João da Palma
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
“ALEGRE, QUE NÃO CONTENTA”
“ALEGRE, QUE NÃO CONTENTA”
Alegre, que andas triste
Na ambição da conquista…
Sabemos que não existe
Em ti, rima p’ra estadista!
Vai fazendo poesia
Com métrica enviesada…
Até que vejas, que um dia
Apenas rimas com nada!
Podes ir poetizando
Com este povo a pataco…
Porque hoje, já vai rimando
Presidente com Cavaco!
Precisamos de uma rima
Que verseje com verdade
Levar Portugal p’ra cima
Num poema Liberdade!
Falas bem, mas não me alegras
Palavras, leva-as o vento
Já basta, de horas negras…
Já chega, de sofrimento!
13-12-10, João da Palma
Alegre, que andas triste
Na ambição da conquista…
Sabemos que não existe
Em ti, rima p’ra estadista!
Vai fazendo poesia
Com métrica enviesada…
Até que vejas, que um dia
Apenas rimas com nada!
Podes ir poetizando
Com este povo a pataco…
Porque hoje, já vai rimando
Presidente com Cavaco!
Precisamos de uma rima
Que verseje com verdade
Levar Portugal p’ra cima
Num poema Liberdade!
Falas bem, mas não me alegras
Palavras, leva-as o vento
Já basta, de horas negras…
Já chega, de sofrimento!
13-12-10, João da Palma
domingo, 19 de dezembro de 2010
“CAFÉ C/ LEITE SEMPRE”
“CAFÉ C/ LEITE SEMPRE”
(Leia os livros de Hotelaria
De M. Mendes Leite Júnior)
Meia de leite, o que é isto,
Que ouço ultimamente?
Onde está este registo,
Que é dito por toda a gente?
Alguém disse de boa fé…
Quanto ao líquido que se deite,
Numa chávena, o café,
E depois, encher com leite!
Da meia, é caturrice…
Nem tem cabimento algum
E além de ser burrice,
Não faz sentido nenhum.
O que resta desta meia,
Que se encha, que se ajeite…
É preferível ser cheia,
Cheia de café com leite!
Não é meia nem é cheia,
Nem é nome que se aceite
P’ra se sair desta teia…
É “Chávena de Café com Leite!”
09-11-10, João da Palma
(Leia os livros de Hotelaria
De M. Mendes Leite Júnior)
Meia de leite, o que é isto,
Que ouço ultimamente?
Onde está este registo,
Que é dito por toda a gente?
Alguém disse de boa fé…
Quanto ao líquido que se deite,
Numa chávena, o café,
E depois, encher com leite!
Da meia, é caturrice…
Nem tem cabimento algum
E além de ser burrice,
Não faz sentido nenhum.
O que resta desta meia,
Que se encha, que se ajeite…
É preferível ser cheia,
Cheia de café com leite!
Não é meia nem é cheia,
Nem é nome que se aceite
P’ra se sair desta teia…
É “Chávena de Café com Leite!”
09-11-10, João da Palma
BOAS FESTAS
BOAS FESTAS
São p’ra ti os meus versos de Natal
Boas Festas, um ano dia a dia
Que seja uma festa Universal
Plena de paz, amor e alegria
E assim neste meu gesto natural
Meus votos vão p’ra ti, sem fantasia
Como água cristalina, eu bebo igual…
Na sede afectuosa em harmonia!
Será p’ros meus amigos e extensivo
A toda a paz na Terra, que diviso
Um mundo mais fraterno e social!
Se espalhe este soneto e a mensagem
Ao mundo, para a mais terna viragem
Desejo a todos vós; Um Bom Natal!
2010,João da Palma
São p’ra ti os meus versos de Natal
Boas Festas, um ano dia a dia
Que seja uma festa Universal
Plena de paz, amor e alegria
E assim neste meu gesto natural
Meus votos vão p’ra ti, sem fantasia
Como água cristalina, eu bebo igual…
Na sede afectuosa em harmonia!
Será p’ros meus amigos e extensivo
A toda a paz na Terra, que diviso
Um mundo mais fraterno e social!
Se espalhe este soneto e a mensagem
Ao mundo, para a mais terna viragem
Desejo a todos vós; Um Bom Natal!
2010,João da Palma
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