ACEITE/MEDITE/COMANDE/DECIDA!
(Poema livre dedicado ao Sr. Primeiro Ministro)
Aceite
Mais um humilde pedido
Para o Lar Residencial
Se deleite
Que esta Obra faz sentido
P’ra NECI em Portugal!...
Medite
Despertando consciências
Quanto às Crianças sem voz...
No limite
Peço às altas competências
Que amanhã, não estejam sós!...
Comande
Sr. Ministro, é capaz
No seu estilo e aprumo...
E mande
Mais carinho Amor e Paz
P’ra estas vidas sem rumo!...
Decida
E ouça Sr. Engenheiro,
Primeiro Ministro do Estado
Dê vida
À Criança, ao Lar braseiro...
Já tem projecto aprovado!...
12-08-2008, João da Palma
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
“OS SABICHÕES”
“OS SABICHÕES”
SÃO MIL INTERROGAÇÕES
QUE AO MUNDO DEIXO NO AR
SEM NINGUÉM ME QUERER DAR
RESPOSTA, ÀS MINHAS QUESTÕES
SÃO MIL INTERROGAÇÕES
Até fico perplexo...
Saltitam os sabichões...
Num palavrear sem nexo
Às perguntas que eu faço,
QUE AO MUNDO DEIXO NO AR
Esbarram no embaraço...
De quem não as sabe dar!
Não é o meu murmurar,
Que ao mundo dá a volta...
SEM NINGUÉM ME QUERER DAR
Valor à minha revolta!...
E assim vamos caminhando
Nesta bola...aos encontrões
E eu no entanto esperando
RESPOSTA, ÀS MINHAS QUESTÕES!...
04-08-08, João da Palma
SÃO MIL INTERROGAÇÕES
QUE AO MUNDO DEIXO NO AR
SEM NINGUÉM ME QUERER DAR
RESPOSTA, ÀS MINHAS QUESTÕES
SÃO MIL INTERROGAÇÕES
Até fico perplexo...
Saltitam os sabichões...
Num palavrear sem nexo
Às perguntas que eu faço,
QUE AO MUNDO DEIXO NO AR
Esbarram no embaraço...
De quem não as sabe dar!
Não é o meu murmurar,
Que ao mundo dá a volta...
SEM NINGUÉM ME QUERER DAR
Valor à minha revolta!...
E assim vamos caminhando
Nesta bola...aos encontrões
E eu no entanto esperando
RESPOSTA, ÀS MINHAS QUESTÕES!...
04-08-08, João da Palma
quinta-feira, 31 de julho de 2008
QUERIDA AVÓ
QUERIDA AVÓ
Querida avó, se tu não tens nascido
Naturalmente eu não existiria
Não tinha feito esta poesia,
Nem seria um Ser entristecido…
Não tinha este mundo conhecido
Nem esta sociedade à revelia…
Tempestades, tormentos noite e dia
Neste imenso Universo entorpecido
Assim nesta passagem que é veloz
Entre pais, filhos, netos e avós,
Cada um tem a sorte que se lhe oferece!
Mas como tu nasceste avó querida
E deixaste este neto nesta vida,
Talvez ele não tivesse o que merece!...
2004, João da Palma
Querida avó, se tu não tens nascido
Naturalmente eu não existiria
Não tinha feito esta poesia,
Nem seria um Ser entristecido…
Não tinha este mundo conhecido
Nem esta sociedade à revelia…
Tempestades, tormentos noite e dia
Neste imenso Universo entorpecido
Assim nesta passagem que é veloz
Entre pais, filhos, netos e avós,
Cada um tem a sorte que se lhe oferece!
Mas como tu nasceste avó querida
E deixaste este neto nesta vida,
Talvez ele não tivesse o que merece!...
2004, João da Palma
terça-feira, 29 de julho de 2008
“A CEREJA NO BOLO”
“A CEREJA NO BOLO”
Adoro a poesia popular
Que sai do sentimento e coração
Da veia que belisca a emoção...
E entra em nossa alma a palpitar!
O verso que nos sai a soluçar...
Que toca como um aperto de mão
Trauteia em silêncio, uma canção
E chora, mas também sabe cantar!
A rima, é principal nesse dilema...
“A cereja no Bolo” do poema!
Cantado ou declamado se altiva!
Participando à guisa de recado...
Rejeito o versejar desordenado
Filosofando estrofes à deriva!...
29-08-08, João da Palma
Adoro a poesia popular
Que sai do sentimento e coração
Da veia que belisca a emoção...
E entra em nossa alma a palpitar!
O verso que nos sai a soluçar...
Que toca como um aperto de mão
Trauteia em silêncio, uma canção
E chora, mas também sabe cantar!
A rima, é principal nesse dilema...
“A cereja no Bolo” do poema!
Cantado ou declamado se altiva!
Participando à guisa de recado...
Rejeito o versejar desordenado
Filosofando estrofes à deriva!...
29-08-08, João da Palma
domingo, 20 de julho de 2008
“O LAR RESIDENCIAL DA NECI”
“O LAR RESIDENCIAL DA NECI”
(para os seus Deficientes)
Queremos a Residencial
Para alívio ao nosso mal…
Há tanto tempo pedida!...
Queremos que os nossos filhos,
Não fiquem como “empecilhos”
E ao pontapés nesta vida!
Ao Primeiro-ministro, peço
Se a sua atenção mereço
Nesta causa humana e justa!
Pedimos um digno LAR
Que nem muito irá custar,
Negá-lo! Tanto nos custa!...
Se os nossos filhos ficarem
Nesse LAR que edificarem,
Respondendo ao meu clamor…
Morreremos descansados
Embora preocupados
Mas ELES! Ficam melhor!...
Ouça Senhor Engenheiro
Para nós é o Primeiro…
Precisamos seu aval!...
Pequena, mas Grande Obra!...
Haverá dinheiro de sobra…
E o Valor, é Universal!...
04-07-2008, João da Palma
(para os seus Deficientes)
Queremos a Residencial
Para alívio ao nosso mal…
Há tanto tempo pedida!...
Queremos que os nossos filhos,
Não fiquem como “empecilhos”
E ao pontapés nesta vida!
Ao Primeiro-ministro, peço
Se a sua atenção mereço
Nesta causa humana e justa!
Pedimos um digno LAR
Que nem muito irá custar,
Negá-lo! Tanto nos custa!...
Se os nossos filhos ficarem
Nesse LAR que edificarem,
Respondendo ao meu clamor…
Morreremos descansados
Embora preocupados
Mas ELES! Ficam melhor!...
Ouça Senhor Engenheiro
Para nós é o Primeiro…
Precisamos seu aval!...
Pequena, mas Grande Obra!...
Haverá dinheiro de sobra…
E o Valor, é Universal!...
04-07-2008, João da Palma
segunda-feira, 9 de junho de 2008
MARCO DE CANAVEZES
MARCO DE CANAVEZES
(Música do Fado Zé Grande)
Fui ontem a Marco de Canavezes
Para mais um almoço em alegria
Já são quarenta e seis anos e meses
Passados nesta nobre Companhia!
Fomos a Mirandela e a Cesar
Ao Porto e a caminho de Portimão
Já fomos a Leiria almoçar
E a tantos outros mais com coração
E carinhosamente percorremos
As terras destes nobres companheiros
Lembrando tudo aquilo que fizemos
Lá fora, em Angola e dos primeiros!
E para mais um dia reviver
Andamos Portugal de lés-a-lés
E agora só nos falta percorrer
As terras de Além-mar mais uma vez!...
03-06-08, João da Palma
(Música do Fado Zé Grande)
Fui ontem a Marco de Canavezes
Para mais um almoço em alegria
Já são quarenta e seis anos e meses
Passados nesta nobre Companhia!
Fomos a Mirandela e a Cesar
Ao Porto e a caminho de Portimão
Já fomos a Leiria almoçar
E a tantos outros mais com coração
E carinhosamente percorremos
As terras destes nobres companheiros
Lembrando tudo aquilo que fizemos
Lá fora, em Angola e dos primeiros!
E para mais um dia reviver
Andamos Portugal de lés-a-lés
E agora só nos falta percorrer
As terras de Além-mar mais uma vez!...
03-06-08, João da Palma
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